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Página Literária - Espaço do Leitor


Textos & Poesias
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Autor:
FRANCISCO CARLOS PARDINI (KikoPardini)
Código texto: 111 - Estudando à liberdade Judaísmo:

“Do Livro”

O Mundo Muçulmano.

Peter Demante.

A primeira revolução Monoteísta.


O cristianismo é o segundo elo da revolução monoteísta e influenciaria o islã não menos que judaísmo.

O ano 33d.C. é data tradicional da crucificação de Jesus (Issa) de Nazaré, reformador radical judeu,

pelo exército de ocupação romana e com a conivência da elite religiosa em Jerusalém. Para seus seguidores,

Jesus foi considerado o Messias, o ungido (cristo, em grego), e posteriormente, na teologia de Paulo de Tarso,

uma das três expressões da própria divindade. Era uma visão que conduziu fatalmente à ruptura com o judaísmo

oficial. Mas, graças ao zelo dos apóstolos, que aproveitaram a existência da diáspora judaica e de uma eficiente

rede de comunicação no Império Romano inteiro, a mensagem cristã se difundiu rapidamente

. Estudando à liberdade

Judaísmo:

A primeira revolução Monoteísta.

“Do Livro”

O Mundo Muçulmano. Estudando à liberdade
Judaísmo:

A primeira revolução Monoteísta.

“Do Livro”

O Mundo Muçulmano


Peter Demante.

O mundo antigo, politeísta, era povoado por uma multidão de deuses e deusas, alguns representando

forças naturais, outros se manifestando na forma de animais ou de seres bastante semelhantes aos

homens. Além da finitude da vida, a principal diferença entre mortais e imortais consistia no poder

maior destes últimos. Os deuses não eram seres melhores do que os homens, eram simplesmente mais

fortes. Eles não forneciam aos mortais um sentido à vida ou mesmo um bom exemplo seu comportamento

que, como os mitos narravam, revela-se muitas vezes egoísta e bizarro.

A relação com esse panteão politeísta era, portanto, utilitarista os homens tentavam agradar até

manipular os deuses, por meio de sacrifícios e de magia.

Judaísmo:




O mundo antigo, politeísta, era povoado por uma multidão de deuses e deusas, alguns representando

forças naturais, outros se manifestando na forma de animais ou de seres bastante semelhantes aos

homens. Além da finitude da vida, a principal diferença entre mortais e imortais consistia no poder

maior destes últimos. Os deuses não eram seres melhores do que os homens, eram simplesmente mais

fortes. Eles não forneciam aos mortais um sentido à vida ou mesmo um bom exemplo seu comportamento

que, como os mitos narravam, revela-se muitas vezes egoísta e bizarro.

A relação com esse panteão politeísta era, portanto, utilitarista os homens tentavam agradar até

manipular os deuses, por meio de sacrifícios e de magia.

Judaísmo:

Publicado no site: www.soplaar.com em 21/11/2015
Código do Texto: 111

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Texto
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- Romaria
22/11/2015
785
1
Amor.
15/11/2015
397
2
Anarquismo
21/11/2015
746
1
Código texto: 60 - Deus
13/11/2015
488
4
Código texto: 60 - Deus
13/11/2015
437
5
Código texto: 60 - Deus Código texto: 63 - Código texto: 60 - Deus
13/11/2015
500
3
De 65 a 73
23/11/2015
788
1
Deus
12/11/2015
433
10
Deus - "continuação"
14/11/2015
450
3
Então
15/11/2015
420
2
Estudando à liberdade Judaísmo:
21/11/2015
638
1
Eu, solitário cosmo
15/11/2015
407
3
Fé filosófica
25/11/2015
713
1
Feliz Idade
15/11/2015
433
3
Lamento
16/11/2015
439
3
Minha Flecha do Tempo
25/11/2015
734
1
Nação Dividida
23/11/2015
769
1
O chente, Uai, Tchê.
15/11/2015
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O conceito de soberania alimentar e a questão filosófica
21/11/2015
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O som
17/11/2015
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Quando
15/11/2015
511
3
Reverência por reverência.
19/11/2015
537
2
São as horas.
20/11/2015
570
1
Só Você.
22/11/2015
750
1